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Randomização

A randomização de sujeitos em um experimento ajuda a distribuir de forma uniforme, entre os grupos, qualquer variabilidade que exista naturalmente entre os sujeitos. No caso de ToothGrowth, um exemplo de randomização eficaz seria atribuir aleatoriamente porquinhos-da-índia machos e fêmeas a diferentes grupos experimentais, idealmente anulando diferenças naturais que existam entre machos e fêmeas.

No experimento que gerou o conjunto de dados ToothGrowth, os porquinhos-da-índia foram randomizados para receber vitamina C por meio de suco de laranja ou ácido ascórbico, indicado no conjunto de dados pela variável supp. É natural querer saber se há diferença no comprimento do dente por tipo de suplemento — uma pergunta que um t-test também pode responder!

A partir deste exercício, você deve usar t.test() e outras funções de modelagem com notação de fórmula:

t.test(outcome ~ explanatory_variable, data = dataset)

Isso pode ser lido assim: "teste outcome por explanatory_variable no meu dataset." O teste padrão de t.test() é um t-test bicaudal (two-sided).

Este exercício faz parte do curso

Planejamento de Experimentos em R

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Instruções do exercício

  • Faça um t-test para verificar se há diferença no comprimento do dente (len) com base no tipo de suplemento (supp) e salve o resultado em um objeto ToothGrowth_ttest.
  • Carregue o pacote broom.
  • Organize ToothGrowth_ttest com tidy(). Isso vai imprimir os resultados no console.

Exercício interativo prático

Experimente este exercício completando este código de exemplo.

# Perform a t-test
___ <- t.test(___, data = ToothGrowth)

# Load broom
library(___)

# Tidy ToothGrowth_ttest
___
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